
| Terça-feira, 22 de Janeiro de 2008 |
| Acusados de matar garoto de 13 anos foram identificados. O governo de Pernambuco impediu que quatro alunos do curso de formação de praças da polícia militar participassem da cerimônia de formatura. Eles são acusados de envolvimento na morte por espancamento de um menino de 13 anos. Episódio que o comandante da PM no estado classifica de falta de sorte. Os quatro alunos da escola de praças, suspeitos de envolvimento na morte de Dênis Henrique dos Santos, de 13 anos, não participaram hoje do juramento na formatura dos soldados da polícia militar. Uma hora antes da solenidade, o secretário de Defesa Social, Sevilho Paiva, anunciou que a posse deles estava suspensa. "Esses não se formarão e ficarão à disposição da polícia militar, à disposição da corregedoria para o aceleramento das investigações e não participando de qualquer ação policial", disse o secretário. Graças as imagens gravadas numa prévia carnavalesca, no último dia 13, e ao depoimento das testemunhas, a corregedoria conseguiu identificar quatro alunos da PM envolvidos na morte de Dênis dos Santos. Os nomes foram divulgados na tarde dessa terça-feira. Segundo a polícia, o aluno que aparece soltando o corpo de Dênis, que morreu por asfixia, é Baltazar Arantes e Silva. Os outros três envolvidos são Ganduso Pereira Diniz, Frederico Renan de Albuquerque Lima e Eduardo de Souza Xavier. Eles serão investigados por não terem socorrido o menino. "Foi um acidente, um fato lamentável, uma falta de sorte de ambos os lados que a gente a julga que foi um acidente de percurso”, disse o comandante da PM de Pernambuco, Iturbson dos Santos. Ele negou que foi falta de preparo dos alunos. O advogado da família de Dênis, Marcelo Santa Cruz, discorda. "Foi falta de preparo da polícia militar e houve a omissão de socorro que tem que ser apurada", acredita o advogado |
Nenhum comentário:
Postar um comentário